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Brandenburg Concerto No. 1 in F major, BWV 1046

domingo, 1 de fevereiro de 2009

OBSERVATÓRIO CIDADÃO NOSSA SÃO PAULO

As boas coisas realmente não são divulgadas. Cheguei a essa página , porque estava querendo saber mais sobre os indicadores da cidade de São Paulo. O que me levou a isso foi um e-mail que recebi de uma amiga, por ocasião do aniversário da cidade. Obviamente destacando apenas a riqueza da cidade. Isso me provocou, porque conheço várias cidades dentro da cidade. E os números do observatório não mentem. Há uma grande desigualdade e não apenas social.

O Observatório Cidadão Nossa São Paulo disponibiliza um conjunto de indicadores sociais, ambientais, econômicos, políticos e culturais sobre a cidade de São Paulo e cada uma de suas 31 subprefeituras, que serão constantemente atualizados, avaliados e divulgados para toda a sociedade.

Vale a pena conferir.
http://www.nossasaopaulo.org.br/observatorio/index.php

O SAGITARIANO BEETHOVEN


LUDWIG VAN BEETHOVEN (1770 - 1827)

Este ilustre e enigmático ser foi considerado por muitos o “herói dos heróis”,com um imenso coração (romântico) e incompreendido em sua época , deixou para as gerações futuras um imenso legado de sabedoria através de sua música. Beethoven musicava a cosmogênese, cada nota e cada espaço de sua sublime música entoava a formação dos mundos (RAJAS - 2º TRONO), vibrava com a tônica do 6º senhor (vida esparsa). Muitos dizem que a quinta sinfonia (aquela que qualquer mortal já ouviu pelo menos uma vez) é um aspecto do 5ºsenhor expressado pela revolta e sublimação contida em sua música. Com a descida de Mozart, alguns pensadores concluem que a retomada da música espiritual do 6ºsenhor foi passada para Beethoven, que possuía um veículo apropriado para a missão.

Seu signo era o de Sagitário, elemento fogo, com domicílio em Júpiter e exílio (polaridade) no signo de Gêmeos (Planeta Mercúrio - 6ºsenhor). O símbolo de sagitário é o do “Arqueiro com a sua flecha voltada para o infinito”, Beethoven com sua música (flecha) ultrapassou os limites dos céus, musicando a “criação do cosmos”.Sagitário tem como característica querer a “grandiosidade” e olha para o alto como se já estivesse lá, indo a longo alcance, Beethoven desde pequeno viajava com as estrelas.

Diz o polígrafo espanhol o Sr. Mario Roso de Luna que Beethoven sozinho “passou os rigores da noite espiritual”, abrindo os olhos de sua intuição ao “super naturalismo” misterioso que rodeia nossa existência, iniciando-se nos mistérios do ocultismo. Ele tinha em sua mesa de trabalho a Ísis egípcia, a inefável Neith e em sua cadeira em frente ao piano, a Estrela de 6 pontas.

Disse Mateus H. Barroso em seu livro A nona sinfonia: “Beethoven mesmo dizia que a música é uma revelação mais sublime que toda sabedoria e toda filosofia. Ela é a única introdução incorpórea ao mundo superior do saber, esse mundo que rodeia o homem e cujo significado interior não se percebe em conceitos reais”.

Todo este conhecimento ocultista de Beethoven pode ter sido ampliado por conhecimentos da “Maçonaria”, pois sendo Beethoven admirador de Mozart (iniciado maçom), não é de se admirar que Beethoven tenha passado por ela.

As vibrações de Júpiter eram muito fortes na personalidade de Beethoven. Ar de “superioridade” sobre os demais era uma de suas características, com uma “franqueza” direta, não importando se fosse ferir alguém ou não. O paternalismo jupiteriano também era forte em Beethoven, ele teve inúmeros problemas com seu sobrinho que esteve em sua guarda por muitos anos, nunca o abandonando.

O lado negativo de influências também agia nele, a tendência ao relaxamento consigo mesmo, tanto fisicamente como nas inúmeras moradias que teve (desorganização), era sabida por todos que tinham contato com ele.

Beethoven, ao contrário de Mozart, “pensava muito a música”, suas partituras musicais possuíam muitos acertos e riscos. Falando em “riscos em partituras”, sua terceira sinfonia “Heróica” possui uma história muito interessante. Esta sinfonia tinha em sua primeira versão uma homenagem a Napoleão, pois Beethoven, ocultista que era, sabia da missão “importantíssima” deste ser, mas quando Napoleão se auto proclamou imperador, desviando sua missão com a “LEI”, Beethoven “riscou” a homenagem da sinfonia e colocou em seu lugar uma colossal marcha- fúnebre”.

Beethoven era um gênio, incontestável, de uma personalidade muito forte, sabia de sua superioridade aos demais(Júpiter). Em todas suas obras, o grande estudioso, e pesquisador musical se encontra o filósofo ocultista, o pensador e o artista, tendo em cada compasso uma seqüência de notas com um valor “espiritual”, colocando a “ alma triunfante perante a matéria”.

Sua nona sinfonia, na parte do coro, sintetiza todo o pensamento cósmico deste ilustre ser que a história da música dos homens jamais esquecerá:

Cruzam os céus astros em fogo.

Alegria vitoriosa vos ilumina

Que se abracem todos os seres!

Um beijo para o mundo!

Acima das estrelas o Criador nos protege

Abraçai-vos, milhões de irmãos!!!

Debussy (ver no início do trabalho a parte “O caminho da tonalidade”) sobre Beethoven:

“A nona sinfonia foi o pesadelo de todos os compositores que vieram depois de Beethoven. Eles a tomaram como um ideal a ser alcançado. Depois perceberam que era uma tarefa impossível.

Fonte:

http://www.guruweb.com.br/artigos/artigo.php?id=23

SONATA AO LUAR

"Beethoven vivia um desses dias tristes, sem brilho e sem luz. Estava muito abatido pelo falecimento de um príncipe da Alemanha, que era como um pai para ele...

O jovem compositor sofria de grande carência afectiva. O pai era um alcoólatra contumaz e o agredia fisicamente. Faleceu na rua, por causa do alcoolismo... Sua mãe morreu muito jovem. Seus irmãos biológicos nunca o ajudaram em nada, e, some-se a tudo isto, o fato de sua doença agravar-se. Sintomas de surdez, começavam a perturbá-lo, ao ponto de deixá-lo nervoso e irritado...

Beethoven somente podia escutar usando uma espécie de trombone acústico no ouvido. Ele carregava sempre consigo uma tábua ou um caderno, para que as pessoas escrevessem suas idéias e pudessem se comunicar, mas elas não tinham paciência para isto, nem para ler seus lábios...

Notando que ninguém o entendia, nem o queriam ajudar, Bethoven se retraiu e se isolou. Por isso conquistou a fama de misantropo. Foi por todas essas razões, que o compositor caiu em profunda depressão. Chegou a redigir um testamento, dizendo que iria se suicidar...

Mas como nenhum filho de Deus está esquecido, vem a ajuda espiritual, através de uma moça cega, que morava na mesma pensão pobre, para onde Beethoven havia se mudado e lhe fala quase gritando: "Eu daria tudo para enxergar uma Noite de Luar" Ao ouvi-la, Beethoven se emociona até as lágrimas. Afinal, ele podia ver! Ele podia escrever sua arte nas pautas...

A vontade de viver volta-lhe renovada e ele compõe uma das músicas mais belas da humanidade: "Sonata ao Luar" No seu tema, a melodia imita os passos vagarosos de algumas pessoas, possivelmente, os dele e os dos outros, que levavam o caixão mortuário do príncipe, seu protector...

Olhando para o céu prateado de luar, e lembrando da moça cega, como a perguntar o porquê da morte daquele mecenas tão querido, ele se deixa mergulhar num momento de profunda meditação transcendental...

Alguns estudiosos de música dizem que as três notas que se repetem, insistentemente, no tema principal do 1º movimento da Sonata, são as três sílabas da palavra "why"? ou outra palavra sinônima, em alemão...

Anos depois de ter superado o sofrimento, viria o incomparável Hino à Alegria, da 9ª sinfonia, que coroa a missão desse notável compositor, já totalmente surdo. Hino à Alegria expressa a sua gratidão à vida e a Deus, por não haver se suicidado...

Tudo graças àquela moça cega, que lhe inspirou o desejo de traduzir, em notas musicais, uma noite de luar...

Usando sua sensibilidade, Beethoven retratou, através da melodia, a beleza de uma noite banhada pelas claridades da lua, para alguém que não podia ver com os olhos físicos. "


Fonte:
http://forum.cifraclub.terra.com.br/forum/9/180188/

JOCKEY DE SÃO PAULO NÃO PAGA IPTU

Essa eu li hoje, na coluna do ELIO GASPARI (Folha de São Paulo).

O grãotucano quer proteger os quadrúpedes

O Jockey de São Paulo não paga IPTU e a Viúva pode ter que desembolsar R$ 120 milhões


ENQUANTO o governador José Serra pede políticas efetivas do governo federal para proteger os empregos dos bípedes, o grãotucano Clóvis Carvalho, secretário de Governo da Prefeitura de São Paulo, batalha por uma proposta de defesa dos quadrúpedes. Ele sugere que a cidade desaproprie o Jockey Clube, o que poderá resultar num desembolso de até R$ 120 milhões.
As relações do Jockey com o erário paulistano são uma aula de antropologia social. Desde a tarde de 29 de outubro de 1876, quando o cavalo "Macaco" derrotou "Republicano" no páreo de inauguração do prado, a Viúva sofre nas mãos de suas ilustres diretorias. O Jockey nunca pagou um só ceitil de imposto territorial. Em 1941, quando se transferiu para uma franja da cidade (doada por uma empresa privada), carregou consigo uma virtual imunidade em relação a esse tributo. Hoje os 600 mil m2 do Jockey estão numa das áreas mais valorizadas da cidade.
Em 1957, a prefeitura tentou cobrar o que atualmente é o IPTU, mas perdeu na Justiça. Só em 1969 esse direito lhe foi reconhecido, esquecendo-se do passado. Os doutores do Jockey não gostaram e desde então correm contra a Viúva nos tribunais. Hoje a conta está em R$ 163 milhões, acumulados em mais de uma dezena de processos de execução fiscal. O primeiro deles completou 20 anos de tramitação. Houve uma época em que o clube caloteava também contas de luz, água e dívidas junto a bancos. Recentemente sua contabilidade foi saneada, mas o espeto tributário continua lá, com mais uns R$ 10 milhões devidos de ISS.
Um trabalhador que deixasse de pagar seu IPTU por 20 anos ficaria sem a casa, mas nesta vida há os cavalgados e os cavalcantis. A gracinha da ideia de desapropriar o Jockey está na transformação de um calote em desembolso. Se a prefeitura não fizer nada, a dívida crescerá e, algum dia, o Jockey irá à bancarrota. Nesse caso o imóvel virá sem desembolso para a Viúva. Desapropriando-o, a prefeitura deverá pagar um valor pela propriedade, estimado hoje em R$ 300 milhões por baixo. Como será credora de algo como R$ 180 milhões, devolverá ao clube R$ 120 milhões tirados da caixa dos impostos pagos pela choldra. Tudo isso em nome da criação de um grande parque numa região de acesso relativamente difícil para pedestres. Ali perto fica um shopping onde só se entra de carro.
Uma área 2,5 vezes maior que a do Jockey, onde está o autódromo de Interlagos, é hoje controlada pela privataria de uma comandita de interesses ocasionais. Não existe projeto para se criar um parque ali. Afinal, em volta de Interlagos vivem contribuintes do andar de baixo e concessionários do andar de cima. Os R$ 120 milhões de um eventual desembolso para o Jockey transformariam Interlagos no maior parque urbano do país, sem prejuízo do Grande Prêmio de F-1. Com 1,5 milhão m2, é um pouco maior que o aterro do Flamengo. A Prefeitura de São Paulo padece da falta de visionários como Carlos Lacerda e Lota Macedo Soares, os criadores do parque carioca.
O Jockey já negociou o parcelamento da dívida do IPTU, mas não honrou o compromisso. Se a diretoria do clube fizesse isso no mundo das apostas, de onde tira boa parte de sua receita, São Paulo assistiria ao maior funeral coletivo de sua história.
Pelo mundo afora os Jockeys são monumentos glorificadores das elites das cidades. Em São Paulo, o prado simboliza também o seu horror a pagar impostos.
Pena, porque se os doutores forem aos arquivos do clube, verão que a ata de sua fundação foi redigida por Antonio da Silva Prado, o "Antonico", dono do cavalo "Peri". Ele dizia que não gostava da ideia de se ensinar às mulheres do campo as artes de "ler, escrever e contar" mas foi um dos maiores prefeitos da cidade, governando-a de 1889 a 1911.
Silva Prado teve dinheiro, café e poder. A riqueza de sua família fez-se na primeira metade do século 19, amealhada pelo avô homônimo, que se tornaria barão de Iguape. Ele começou a ganhar dinheiro arrecadando impostos sobre a circulação de quadrúpedes na região de Sorocaba.

The Rolling Stones - Wild Horses.

Quando Brian Jones morreu, Marianne Faithfull foi a única a entrar em luto. Alguns dias após o velório, a moça entrou em coma pela ingestão de muitos tranqüilizantes. Durante o tempo em que estava apagada, Marianne relatou ter tido um sonho muito estranho, em que Brian Jones a fez passar por dentro de um espelho. Ele então lhe pediu alguns livros, e reclamou da monotonia de estar morto. Acompanhou-a então até um penhasco, e convidou-a a saltar com ele. Ela prudentemente recusou, mas Brian pulou. Foi aí que ela acordou. Ao pé da cama do hospital onde se encontrava, um Mick emocionado confessou que temia tê-la perdido para sempre. A resposta de Marianne virou música: "Wild Horses couldn't drag me away".


Fonte: http://groupieslounge.blogspot.com/2008/01/as-mulheres-de-mick.html

Wild Horses

Childhood living is easy to do
The things you wanted I bought them for you
Graceless lady, you know who I am,
You know I can't let you slide through my hands

Wild Horses, Couldn't drag me away,
Wild, wild horses, Couldn't drag me away...

I watched you suffer a dull, aching pain
Now you decided to show me the same
No sweeping exits or offstage lines,
Can make me feel bitter or treat you unkind

Wild Horses, Couldn't drag me away,
Wild, wild horses, Couldn't drag me away...

I know I dreamed you a sin and a lie,
I have my freedom but I don't have much time
Faith has been broken tears must be cried,
Let's do some living after we die

Wild Horses, Couldn't drag me away,
Wild, wild horses, We'll ride them someday

Wild Horses, Couldn't drag me away,
Wild, wild horses, We'll ride them someday